• Sedimentos no Hotlier

    05/05/2021

    Hotlier

    08.05.2021 – 16:00

    Rua Anselmo Braamcamp 324

    4000-079, Porto

  • Nas margens da ficção

    18/04/2021

    Nas Margesn da Ficção

    Curadoria de Marta Mestre

    15 de abril a 5 de setembro de 2021 – CIAJG Guimarães
    Os caminhos da ficção, tal como pensados neste novo programa, continuam o carácter reflexivo do CIAJG, ao mesmo tempo que apontam para alternativas à experiência da História. A dimensão subjetiva e irregular da ficção, tal como aqui é entendida, diz respeito ao museu em primeiro lugar. Espaço tradicional da purificação dos discursos, mas também crise entre objetos, subjetividades e ideias, importa repensar o seu sistema de montagem (a tesoura, que aparece amiúde no trabalho de José de Guimarães, é uma das imagens-guia do programa).

    De baixo para cima, do piso -1 ao piso 1, as Exposições que agora se inauguram percorrem várias dimensões da ficção e vão para além da mesma. O tema “fundacional” do Colosso de Pedralva, um caso local de arqueologia especulativa que institui a história como anedota. Um teatro de personagens insólitos, de Fernão Cruz. A máquina do mito, com Horácio Frutuoso, José de Guimarães, Kiluanji Kia Henda, Manoel de Oliveira e Anna Francheschini. As verdades e as ficções do “pasado”, com Rodrigo Hernández. Néons de letras e a desconstrução do signo, por José de Guimarães. “Cosmic Tones”, de Francisca Carvalho. O cinema de Sarah Maldoror em curto-circuito com a Sala das Máscaras. A transmissão e a emancipação nas “maternidades” africanas da coleção de José de Guimarães, e no trabalho de Yasmin Thayná, Maria Amélia Coutinho e Carla Cruz. As tradições do contar e do narrar dos povos de Cabinda em articulação com o “Alfabeto Africano” de José de Guimarães.

    Nesta exposição revisito o projeto Conjugar no Plural de 2012, extendendo-o a outros coletivos, Conjugar no Plural 2021, através de um mural, de um poster e podcast.

  • ESAD-CR Conversa

    04/12/2020

    - E tu …, como te chegou a convocatória?
    - Recebi um email.
    - Lembro-me do espaço. E lembro-me do manifesto ciborgue.
    - Lembro-me daquele monte de post-its com ideias.
    - Mas agora pensar que fizemos uma reunião todos os dias e só saiu uma
    porta. Podíamos ter feito um bocado mais (risos).

    Em 2009, fiz um projeto experimental para o festival CIRCULAR em Vila do Conde – “Utopias, Ciborgues e outras Casas nas árvores”. Uns meses antes do festival se realizar, comecei um processo criativo colaborativo com um grupo de 8 pessoas. Eu entendia muita da minha prática artística anterior como participativa e sempre estive envolvida em colaborações com outros artistas, com este projeto dei o passo para experiências artísticas que se envolvem criticamente com problemáticas em torno da colaboração, autoridade e autoria e do envolvimento social e comunitário. Nesta conversa, e a partir da minha prática artística, irei partilhar as dificuldades que encontrei e aprendizagens que adquiri.